terça-feira, 28 de outubro de 2008

É isso aí!

É estranho como certas coisas,
que à princípio nos assustam,
podem nos dar uma outra direção.

E eu me apego muito a isso, quero dizer,
presto muita atenção a esses fatos, aos medos
e dúvidas que eles geram em mim. E, assim, tento
tomar - ou não - decisões.

Hoje estou bem mais leve, mais segura, mais
tranquila e mais disposta a levar o que acredito
em diante. Confio em mim mesma, com todas as
forças, mas entendo que existem outros ângulos
em tudo, e isso me deixa ainda mais tranquila!

Se alguém tem problemas comigo, que guarde para
si, porque esses não são problemas meus! Sigo feliz,
trabalhando com mais vontade ainda, sorrindo de verdade,
vivendo cada um dos meus dias com todos os seus minutos,
literalmente.

Ah, como é bom!!!

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Folga

Dia de folga, como é bom!
Em plena quarta-feira!
Uma quarta-feira de sol, sol forte.
Café da manhã, clube, passeio à toa, tv - isso é bom!
Um dia sem correria, sem pressão, sem trânsito.
Tava mesmo precisando!
Amanhã volta tudo ao normal, mais normal do que antes.
Ainda bem!

domingo, 31 de agosto de 2008

É estranho:
estou sentindo falta de mim...

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Minha Casa - Zeca Baleiro

"É mais fácil cultuar os mortos que os vivos
Mais fácil viver de sombras que de sóis
É mais fácil mimeografar o passado que imprimir o futuro...
Não quero ser triste como o poeta que envelhece lendo Maiakóvski
na loja de conveniência
Não quero ser alegre como o cão que sai a passear com o seu dono alegre sob o sol de domingo...
Nem quero ser estanque como quem constrói estradas e não anda
Quero no escuro, como um cego, tatear estrelas distraídas...
Amoras silvestres no passeio público
Amores secretos debaixo dos guarda-chuvas
Tempestades que não param
Pára-raios quem não tem
Mesmo que não venha o trem não posso parar...
Veja o mundo passar como passa uma escola de samba que atravessa
Pergunto: onde estão teus tamborins?
Sentado na porta de minha casa
A mesma e única casa
A casa onde eu sempre morei..."

Minha casa: doces lembranças misturadas num passado/presente, que fazem apertar meu coração... Misto de sentimentos: saudade dos tempos de criança, das idas na casa da minha avó com minha mãe, brincar na terra na casa da minha avó, subir em árvores; esconder um filhote de cachorro recém ganhado debaixo da cama para dar um tempo para o meu pai aceitá-lo (!!); tantas coisas, tantas coisas boas! Sou feliz em ter essas lembranças! Em ter meus pais comigo, em ter discussões com irmãos, risadas com irmãos, brincadeiras com sobrinhos, cachorros, idéias diferentes, planos em comum! Apesar de e por tudo, agradeço pela família que tenho!

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Sumiço - Breve

Andei sumida demais!
Na verdade, eu sumi de mim mesma por uns tempos.
Muita coisa aconteceu nesse período: trabalho, casa, família...
Perdi um amigo querido de forma brutal...
Fiquei com medo de sair de casa (ainda tenho esse medo, confesso, mas preciso sair!).

Meu cachorro ficou seriamente doente, fiquei novamente em dúvida de tantas coisas...
Voltei a me sentir sufocada.

Mas aconteceram coisas boas também: cortei o cabelo de novo!
Ufa, que alívio!! (
definitivamente, essa sou eu!)
Encontrei minhas amigas, conversei; encontrei comigo mesma, conversei muito!
Tava precisando, né?!

Agora estou aqui, pronta novamente.
Eu gosto disso: de ir até o fundo, mas ter sempre forças pra voltar, e melhor, mais forte, mais aliviada, mais afim de encarar tudo.
Gosto de ser quem eu sou!

Mais do mesmo!

Tudo de novo, vamos lá!
Começar de novo.
Voltar ao trabalho, concentração total.
Mais leve, confesso, depois de tantas coisas estranhas no
semestre passado.
Essas "coisas estranhas" que, às vezes, a gente não sabe como chamar,
são importantes, muito importantes. Venho descobrindo isso dia após dia, em toda a minha ainda curta vida.
Essas fases reviram nossas idéias, nossas certezas, nos fazem perceber pequenos detalhes que, antes, passavam desapercebidos.
E o bom é que eu sou curiosa!
Gosto de saber, de esmiuçar as idéias na minha cabeça.
Agora sim, começar de novo.
Mais leve, mais tranquila, com mais certezas.
Que alívio!
Tão bom perceber que nada nem ninguém é capaz de tirar a minha paz.